Cormariense Osmar Santos virou dirigente de um clube de futebol do Estado.

Cada vez mais, ex-jogadores de futebol têm  ocupado o espaço diretivo dos clubes. Casos como
o ex-lateral da Seleção Brasileira, Leonardo, que foi treinador e dirigente no
Milan, da Itália. O próprio Edu Gaspar, que trabalhou como gerente pelo
Corinthians, com Tite, depois acabou indo com o treinador para a Seleção
e hoje é coordenador técnico. Ex-jogadores também chegaram ao cargo máximo
de clubes. Pentacampeões pela Seleção em 2002, Rivaldo, Juninho Paulista e
o baiano Vampeta assumiram a presidência do Mogi Mirim, Ituano e Grêmio
Osasco, respectivamente. 

Com o cormariense Osmar, filho do ex-goleiro Rico e
ex-zagueiro de vários clubes da Bahia, não foi diferente. Ele agora é
supervisor do Bahia de Feira. O clube de Feira de Santana briga por uma das
quatro vagas que dão acesso à fase final do Baianão.

Osmar comenta que na época em que atuava dentro de campo,
sentiu muita falta de ter um ex-jogador como dirigente. “Acho que não só na
supervisão, mas em todos os cargos ligados ao futebol. Seria muito mais
proveitoso se tivéssemos ex-jogadores exercendo essas funções”, enfatizou.

Porém, Osmar explica que os atletas não podem misturar as
coisas. “Nós podemos trazer para o lado de cá toda a vivência dentro de campo,
facilitando o bom relacionamento com os jogadores, pois sabemos muito bem tudo
que realmente é necessário para que o atleta possa desempenhar bem suas
atividades, mas temos que ter cuidado em não deixar os atletas confundirem as
coisas”, salientou.

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