Uma homenagem a todos os pais

Pai – amor
tardio *

Repousa
adormecido
Congelando
com o frio
Não é o
mesmo parido
Mas deixa o
mesmo vazio

Amor de
super-herói
Que proteje
Que bate
E que dói
Amor de mão
calejada
Na caneta
No lombo
Ou na enxada
Um conselho
de amigo
Do passado
ao futuro
És espelho
para o filho
Na vida, o
seu orgulho
Um
sentimento latente
Despertando
o coração
O amor
sempre presente
Guardado com
proteção
Pai ausente
e indolente
Amigo e
corregedor
Presente e
eficiente
Cada um com
o seu amor
Feliz dia
dos pais!
Teomar
Almeida

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