Mulher desaparece após desembarcar no aeroporto de Goiânia

A Polícia Civil de Caldas Novas (GO) investiga o desaparecimento da dona de casa Lílian Oliveira, de 40 anos, que foi vista pela última vez no dia 13 de fevereiro, no aeroporto de Goiânia, logo após chegar de uma temporada na Colômbia. Câmeras de segurança do aeroporto mostram a mulher entrando em uma picape prata. De acordo com a família, Lilian estava havia quatro meses na Colômbia a passeio.

O namorado da mulher reside no país vizinho. Apesar da distância, a dona de casa sempre conversava com a família por mensagens e tinha o hábito de postar sua rotina e seus passeios nas redes sociais. No entanto, desde o dia 13, quando desembarcou em Goiânia, não responde às mensagens e não fez mais nenhuma publicação nas redes sociais.

“O celular dela está desligado e não tivemos mais notícias do seu paradeiro. A Lílian nunca ficou sem mandar notícias ou conversar com a família. Estamos muito preocupados com o que pode ter acontecido com ela”, disse Leidiane Oliveira Monteiro, irmã da dona de casa.

Ontem, a família, que é de Caldas Novas, viajou até a capital goiana, a 170 km de distância, em busca de informações. No aeroporto, familiares tiveram acesso às imagens das câmeras de segurança que mostram Lilian entrando em um carro, por volta do meio-dia, e deixando o local. Porém, segundo a família, a direção-geral do aeroporto não liberou as imagens, alegando que precisa de determinação judicial.

A Polícia Civil de Caldas Novas (GO) investiga o desaparecimento da dona de casa Lílian Oliveira, de 40 anos, que foi vista pela última vez no dia 13 de fevereiro, no aeroporto de Goiânia, logo após chegar de uma temporada na Colômbia. Câmeras de segurança do aeroporto mostram a mulher entrando em uma picape prata. De acordo com a família, Lilian estava havia quatro meses na Colômbia a passeio.

O namorado da mulher reside no país vizinho. Apesar da distância, a dona de casa sempre conversava com a família por mensagens e tinha o hábito de postar sua rotina e seus passeios nas redes sociais. No entanto, desde o dia 13, quando desembarcou em Goiânia, não responde às mensagens e não fez mais nenhuma publicação nas redes sociais.

“O celular dela está desligado e não tivemos mais notícias do seu paradeiro. A Lílian nunca ficou sem mandar notícias ou conversar com a família. Estamos muito preocupados com o que pode ter acontecido com ela”, disse Leidiane Oliveira Monteiro, irmã da dona de casa.

Ontem, a família, que é de Caldas Novas, viajou até a capital goiana, a 170 km de distância, em busca de informações. No aeroporto, familiares tiveram acesso às imagens das câmeras de segurança que mostram Lilian entrando em um carro, por volta do meio-dia, e deixando o local. Porém, segundo a família, a direção-geral do aeroporto não liberou as imagens, alegando que precisa de determinação judicial.

“Nas imagens nós vimos que ela desembarca normalmente no aeroporto, segue a esteira de bagagens e pega a mala dela. Depois, vai até o lado de fora e entra em um carro com um rapaz, mas não sabemos quem é ele. Minha irmã entra no carro por volta do meio-dia, mesmo horário em que ela visualizou as mensagens no celular pela última vez”, disse Leidiane.

Ainda segundo a família, Lilian embarcou em Medelín no dia 12 de fevereiro, às 12h54. Chegou à Bogotá, capital do país, e embarcou destino ao aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, aonde chegou por volta das 21h. Na manhã seguinte, a dona de casa deixou a capital paulista com destino à Goiânia, chegando à cidade às 11h35.

“Estava tudo normal, ela não havia se desentendido com ninguém da família. Falamos com o namorado dela e a situação entre os dois também estava normal”, afirmou a irmã. A família registrou boletim de ocorrência na delegacia de Caldas Novas. O caso será encaminhado para investigadores da polícia de Goiânia na segunda-feira. Lílian tem uma filha de quatro anos que está sob os cuidados de familiares.

(Do UOL)

Redação CN