Pedido por prisão domiciliar é negado e Ronaldinho permanece encarcerado

Perícia nos celulares dos irmãos serão realizadas

O Ministério Público do Paraguai negou o pedido da defesa de Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Roberto Assis, para que os investigados passem a cumprir prisão domiciliar. Dessa forma, os irmãos permanecem encarcerados em Assunção, no Paraguai. Ambos já passaram quatro noites em um presídio de segurança máxima por portarem passaportes falsos.
De acordo com o juiz Gustavo Amarilla, a liberdade do ex-jogador significaria “obstrução da investigação ou fuga”. Ainda declarou que o Ministério Público pediu que fosse realizada uma perícia nos celulares dos acusados. O promotor Marcelo Pecci declarou que o crime atenta “contra a segurança de documentos de identidade do Paraguai”.
Ronaldinho e Roberto foram detidos na última sexta-feira (6) após apresentarem passaportes e identidades falsas no Paraguai, e tiveram uma prisão preventiva solicitada pelo MP. Desde então os irmãos estão na penitenciária Agrupación Especializada da Polícia Nacional. A dupla é atualmente investigada por possíveis outros crimes em território paraguaio.
Redação VN
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